Durante os momentos mais difíceis em Gaza, nossa solidariedade ajudou a salvar vidas. Enviamos caminhões com ajuda para o local, financiamos investigações sobre crimes de guerra e apoiamos a África do Sul ao acusar Israel de genocídio na Corte Internacional de Justiça com uma petição assinada por 900.000 pessoas – ajudando a pressionar os países a intervir. O trabalho incansável de corajosos jornalistas e ativistas dos direitos humanos em Gaza, e de movimentos e indivíduos do mundo todo, inclusive da Avaaz, resultou em um mandado de prisão contra Netanyahu.

Agora, nas casas e salas de aula de toda a Palestina, estamos organizando “reuniões pela liberdade”, elaborando coletivamente uma Carta pela Liberdade da Palestina e criando a centelha de um novo movimento popular. Mas o horror ainda persiste em Gaza, e é por isso que, no ano que vem, vamos redobrar nossos esforços na Palestina para trabalhar pela paz e pela justiça.
No Sudão, nós nos recusamos a permitir que o mundo desviasse o olhar de um conflito terrível. Financiamos investigações sobre crimes de guerra com uma combinação inovadora de imagens de satélite e testemunhas oculares para documentar a violência chocante contra civis, o que levou a grandes reportagens e intervenções governamentais e ajudou a desencadear sanções contra os piores líderes de guerra.
Mas não foi só isso – junto a aliados, revelamos uma verdade surpreendente: quase metade dos hospitais de Cartum foi destruída após 500 dias de guerra. Juntos e juntas, lançamos um alerta pela proteção do sistema de saúde do Sudão e pela defesa das vidas de milhões de pessoas.

Deixe um comentário